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Dificuldade de aprendizagem: como o professor deve lidar com isso

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Para um profissional da educação, nada mais gratificante do que ver os alunos absorvendo e utilizando todo o conteúdo ensinado em sala de aula, não é mesmo? Contudo, é necessário lembrar que cada estudante tem seu ritmo e, entre eles, ainda há os que apresentam transtornos ou dificuldades de aprendizagem.

Diante disso, é fundamental que os professores estejam preparados para lidar com esse problema, procurando sempre as melhores abordagens para auxiliar os alunos que se encontram nessa situação.

No artigo de hoje, você entenderá melhor o que é a dificuldade de aprendizagem e quais as suas principais causas e características, de modo a apresentar ao professor tudo o que pode ser feito em salas de aulas nesse contexto. Confira!

O que é a dificuldade de aprendizagem?

No âmbito escolar, os profissionais da educação devem estar preparados para lidar com alunos diferentes e de realidades distintas, certo?

Vários são os fatores que podem interferir no processo de ensino do estudante. Entre eles, se destacam os problemas emocionais, contratempos em casa ou condições como a dificuldade de aprendizagem — uma situação mais séria e que exige diagnóstico.

Entre os distúrbios causados por esse tipo de bloqueio, podemos citar:

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Trata-se de um transtorno genético com implicações neurológicas. Impulsividade, inquietação e a baixa concentração são seus principais sintomas.

Dislexia

Os alunos que enfrentam esse distúrbio apresentam dificuldades na leitura, trocando ou omitindo letras, invertendo sílabas, saltando linhas, entre outros fatores.

Discalculia

Condição que afeta as habilidades matemáticas do aluno, incluindo a dificuldade com cálculos, números, operações básicas, sequências lógicas ou até mesmo enunciados de problemas.

Disgrafia

Esse transtorno interfere na capacidade de escrita dos alunos, levando à troca, inversão, omissão e acréscimo de letras, entre outros erros de ortografia.

Dislalia

Essa condição afeta as habilidades de fala. Entre suas causas estão as alterações na formação dos órgãos fonadores, o que dificulta a produção de certos sons.

É comum que alunos que manifestem sintomas de ansiedade, agitação e estresse infantil provenientes de conflitos pessoais ou familiares, também apresentem esse problema.

O que o professor pode fazer?

Primeiramente, é preciso deixar claro que ter dificuldade de aprendizagem não torna o aluno incapaz de aprender. Dessa forma, é necessário quebrar de vez os paradigmas e preconceitos de que esses estudantes são fracos ou deficientes.

Além disso, talvez o fator mais importante a ser destacado é não rotular o aluno. O educador não deve apontar ou deixar claro, inclusive na frente do restante da classe, que determinado estudante tem alguma dificuldade de aprendizagem. Isso poderia isolá-lo e tornaria a situação ainda mais difícil de lidar.

Nesses casos, a melhor abordagem é adaptar a metodologia de ensino às necessidades desses alunos. Comece, por exemplo, a introduzir a inovação em sala de aula, integrando atividades lúdicas, gamificação (ou seja, o uso da lógica dos games no contexto escolar) e o uso de ferramentas tecnológicas, como tablets e smartphones.

Dessa forma, o aluno se sentirá mais motivado, engajado ao conteúdo e estimulado a mudar sua concepção sobre as próprias limitações.

Como você pode perceber, a dificuldade de aprendizagem é um problema comum e que interfere diretamente no ritmo de absorção de conteúdo por parte do aluno. Para lidar adequadamente com essa situação, lembre-se das dicas que ensinamos e seja paciente.

Se você gostou deste post sobre dificuldade de aprendizagem e integração de alunos, leia também: “Saiba como promover acolhimento de alunos novos na sala de aula”.

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